ARTIGOS - CONTOS - POESIAS - PORRADA - COTIDIANO
08-Set-2008
Procurar
Menu Principal
PÁGINA PRINCIPAL
ARTIGOS
CONTOS
OUTROS
POESIAS
PORRADA
COTIDIANO
Últimas Publicações
Fale com Biasoli

contato@blogdobiasoli.com.br



A grandeza consiste em tentar ser grande. Não há outro meio

Albert Camus

Todos os textos do autor estão registrados na Biblioteca Nacional.

Todos os Direitos Reservados ©2008 Carlos Biasoli.

A+ | A- | Reset



Musas do UFC PDF Imprimir E-mail
07-Set-2008
 
KO da noite, UFC 88 PDF Imprimir E-mail

Liddell vs Rashad  
Chuck Liddell vs. Rashad Evans KTFO UFC 88
 
COMENTÁRIOS
07-Set-2008
 
Metallica novo, porra! PDF Imprimir E-mail

Os caras estão de volta, a música não é a paulada q esperamos, mas o albúm é uma bigorna! Não entendi pq começaram a divulgaçào com esse som, mas...

The Day That Never Comes - Metallica

 


COMENTÁRIOS
07-Set-2008
 
Resultados UFC 88 PDF Imprimir E-mail

UFC 88 - Breakthrough
06 de setembro de 2008
Philips Arena, Geórgia, EUA


Ryo Chonan venceu Roan 'Jucão' Carneiro por decisão dividida dos jurados;
Jason MacDonald venceu Jason Lambert com um mata-leão, 2R, 1m20seg;
Tim Boetsch venceu Mike Patt por TKO, 1R, 2m03seg;
Kurt Pellegrino venceu Thiago Tavares por decisão unânime dos jurados;
Dong Hyun Kim venceu Matt Brown por decisão dividida dos jurados;
Nate Marquardt venceu Martin Kampmann por TKO, 1R, 1m22seg;
Dan Henderson venceu Rousimar 'Toquinho' Palhares por decisão unânime dos jurados;
Rich Franklin venceu Matt Hamill por TKO, 3R, 39seg;
Rashad Evans venceu Chuck Liddell por KO, 2R, 1m51seg.


COMENTÁRIOS
07-Set-2008
 
A desdita do poeta vendido PDF Imprimir E-mail

Por Carlos Biasoli

O poeta está perdido, sua poesia desapareceu em algum beco escuro, desconhecido. Ele não tem mais labirintos a percorrer atrás de uma falsa liberdade. Cortaram suas asas, queimaram sua casa, levaram seus animais, roubaram seu amor, castraram seu sexo, acorrentaram seu ímpeto.

Sua vida, como a de todos, transformou-se nesse coma existencial. São infinitos os entraves à sua arte.

O poeta está morto, ou quase, moribundo numa cama, sem cor agoniza rodeado por papéis cheios de pretensas poesias inacabadas. Diagnóstico: inanição intelectual.

Ele fede, ele chora, ele se debate debalde.

O poeta não tem aonde cair morto. Nem tem lápide honrosa, nem a última pá de cal. Muito menos, seguridade social. E seu epitáfio não será nada original: “Viveu e morreu, objetivamente cheio de ilusões”.

O poeta está sem a palavra, suas páginas insistem em continuar brancas. Absorto por um resquício de esperança, ele está à busca em algum ponto dentro da sua não mais rica memória: A-tô-ni-to... fleu-má-ti-co... estado-poesia... a-to-nal... aqui... jaz... pe-remp-tó-rio... CLAUDICANTE, talvez.

São poucos os inimigos de valor. Um poço comum de gostos não menos comuns, mais a mais, imergidos na lama do maniqueísmo propagandístico de mais uma moda, mais um verão, mais uma droga, mais um remédio. O terrorismo islâmico, as bolsas de valores, o silicone da passista do Carnaval, a traição da modelo, a nudez da protagonista da novela, o especial de ano de um ex-artista chamado Roberto Carlos, a separação do apresentador, o terçol do Presidente...

O poeta está doente, sua mente não atende aos apelos. Quase tudo é lixo e fede a seu redor e também, pasme, dentro dele. Assim, todo o dia tenta mais uma vez, e chega a revigorar-se até. Acorda e diz: Tu és forte, resistirás.

Mas como os urubus dos lixões não dão trégua, ele volta à cena, então, feito o Prometeu Acorrentado, condenado a ficar acorrentado num rochedo onde todos os dias uma ave comeria seu fígado, num martírio quase sem fim; igualmente, o poeta entrega-se a sua sina, a de fazer parte de um sistema que faz matar e renascer esperanças. Seu sangue, seu rim, sua arte, seu suor, escroto e tudo mais, há tempos, transformaram-se na extensão desse balcão. Dessa tragédia...

O poeta sofre, ele não está à venda, não cansa de repetir para si. Ou está? Mas não há uma só oportunidade que para amenizar sua necessidade, se entrega e trai, primeiro a si mesmo, depois àqueles que nele confiam. Como ele foi ingênuo, estava tudo escrito no “Ética” do Spinoza, mas ele não entendeu, não quis acreditar. Escolha entre possíveis, nada dessa balela de livre arbítrio.

Mais um feriado, mais uma chance. Amanhã será mais um recomeço. Todavia, ele voltará as páginas dos jornais, com suas manchetes e notícias que dizem a mesma coisa há tempos: “o mundo só faz piorar com tantos corruptos”.

E o poeta ri e chora dentro do seu quarto e não suporta sua tamanha insignificância. Não será ele também um corrompido ou um corruptor? Ele sofre por ser tão tolerante. Tolerante com todos esses néscios que transformam sua vida.

Mas a poesia corre em suas veias, e no momento longe das vaidades habituais aos poetas, nesse instante onde tudo é mais claro, ele se vê humano, frágil e então, segura de forma tremulante a caneta e recomeça: “Eu...”.

***

Acesse a Seção Artigos.


COMENTÁRIOS
31-Ago-2008
 
UFC 88 - Card e site PDF Imprimir E-mail

Fodástico, clique aqui para ver o site.

UFC 88
Philips Arena, Atlanta
Sábado, 6 de setembro de 2008
 

Card Principal:
Rashad Evans vs. Chuck Liddell
Rich Franklin vs. Matt Hamill
Martin Kampmann vs. Nate Marquardt
Karo Parisyan vs. Yoshiyuki Yoshida
Dan Henderson vs. Rousimar Palhares

Card Alternativo:
Kurt Pellegrino vs. Thiago Tavares
Matt Brown vs. Dong Hyun Kim
Tim Boetsch vs. James Lee
Roan Carneiro vs. Ryo Chonan

***

Countdown


COMENTÁRIOS
13-Ago-2008
 
O dedo cúmplice PDF Imprimir E-mail

 

Por Carlos Biasoli

A cena era um close igual a dos filmes europeus. Em foco aquele membro decomposto, putrefato. Um dedão de pé sem unha e com esparadrapo encobrindo sua tonalidade arroxeada de hematoma cingido do vermelho do mercurocromo.No início era uma simples e incômoda unha inflamada, agravou-se após imprudente sessão numa pedicure “açougueira”. Adjetivo muito empregado por ele: “aquilo com o alicate de unha na mão é o Belzebu em forma de gente. Açougueira!”. Formado em ciências da computação, viu tudo piorar quando, consertando sua máquina, deixou cair a CPU justamente no dedo de unha inflamada, resultando na imagem em foco, de agora. Durante meses sofreu e ninguém o amparou, nem um simples telefonema, e-mail, ou cartão de como: E aí como vai o dedo? Você melhorou? Conto com o restabelecimento do seu dedo, heim? Sua mãe viúva estava num cruzeiro com o namorado de vinte anos mais novo, sua mulher fazia pouco do seu estado, tinha saídas freqüentes, por isso o tempo escasso para o marido. Os filhos nem pensar, eram adolescentes, havia outras coisas para eles se preocuparem: sexo, faculdade, festas etc. Resultados da vida moderna.

Embora revoltado, sempre foi moço tímido, peça calada nas festinhas de família e mesas de restaurante. O único assunto a se arriscar era sobre computação mesmo. No casamento, desde a data do noivado até a cor da louça do banheiro, não opinou em nada.  Ele se abstinha de tudo e de todas as decisões, era a sua natureza, obedecer.

Agora estava ali focando, em close, naquele halo sem unha. Metáfora da sua vida, pensou. Um órgão decomposto servia para analogia de uma vida sem graça. Há trinta e nove anos era um filho bom, funcionário bom, marido bom, pai bom... Qualquer coisa boa.

“Que se ferre os bons”, disse ao dedão.

Mais um close, seria tudo ou nada. Decidiria sua vida a partir dali. Aquele hematoma roxeado, manchado ainda mais pelo mercurocromo era o fim da linha. Arrancou o esparadrapo. Cena torpe!

Nem um vestígio de unha, nem de vida. Nem os filhos saíam do banheiro para protegê-lo de perder a unha e ser expulso de casa pela mulher.

“Vou mudar, serei outro homem”, pensou quando olhava para o dedo decomposto.

Abriu o close diminuindo o zoom. A imagem do dedão sumira, estava no portão de casa, onde, para dentro, estava seu carro, seus cachorros, filhos e pertences. Segurou com força as alças das malas. Abriu ainda mais o foco.

Lá estava ela, irônica como somente são as mulheres fatais; uma serpente. De cima da sacada ria dele, da sua situação, do destino da sua vida. Do alto de sua empáfia ela tinha certeza de que ele não era homem suficiente para se opor a qualquer decisão sua. Afinal, ela era a manda-chuva, a quem pagava as contas, quem havia comprado a casa, os móveis, até suas cuecas, enfim, era ele quem controlava o dinheiro, mesmo sendo o dele.

Foi então, que, acometeu-se de um sentimento de vingança. Estava disposto a provar que não era um “bom” alguma coisa.

“Na vida real os bons nunca vencem, só no cinema. Os bons se fodem na vida real”, pensou.

Levantou às malas, estufou o peito e gritou: “Ingrata!”.   

“Corno manso!”, ela replicou enquanto abraçava o amante, já eleito o “novo” dono da casa.

De ímpeto, soltou as malas; retirou do bolso um revólver calibre 38 e atirou acertando bem no meio dos olhos da adúltera. Apavorado, o amante fugiu pra dentro da casa.

Sem hesitar resolveu dar fim a tudo, depois de assassinar sua mulher, atirou no dedo arrancando-o do pé.

Sofrendo e coxo do pé que esguichava sangue, clamava aos berros:

“Eu não sou bom! eu não sou bom, sou uma aberração!”.

 O terceiro disparo foi no seu peito. Suicidou-se antes da polícia chegar. Era o fim. Fim de uma vida de humilhações, contudo, o fim do rótulo de bom homem, bom marido, bom alguma coisa etc.

 A cena, resumidamente, era a de um cadáver com um rombo no peito, suicidado à frente de sua residência, sem o halo do pé.

Descontrolados, os cães latiam por de trás do portão. Alguns vizinhos, desviando das poças de sangue, aglomeraram-se na calçada, enquanto outros somente observavam com pavor, das janelas.

 ***

Acesse a seção de Contos.


COMENTÁRIOS
03-Mai-2008
 
Fotografia PDF Imprimir E-mail

Por Carlos Biasoli 

Ao Velho Miguel 

Oculto  na memória ressurge o passado no presente.
Vejo a mente associar de maneira esporádica
sobre a negligente minha existência
Parece o passado anos luz no futuro
Supernova que brilha displicente no presente
                                             [o que já aconteceu no bairro do Carmo em Araraquara.
A imagem da minha infância
naquela praça onde um parquinho _ círculo de areia_

lampeja num espiral de movimentos suaves
perseguindo-me a qualquer instante da vida:
na pausa do mastigar de um almoço qualquer,
no ofegar do exaurido corpo pós-gozo 
                                             [na madrugada de anteontem,
ou naquele clique no interruptor de luz da sala,
                                             [mês passado
Remete.  Persegue. Revive um tempo casto
Inconseqüente como um reflexo muscular
Receio. Angústia. Dúvida
Amor e satisfação...
Caleidoscópio de imagens significativas
 E o velho vô Miguel está lá!
Sentado no banco de cimento,
Num fundo verde de plantas tropicais,
Num dia de sol sem data,
Continua sorrindo,
                                     [de pernas cruzadas
ao lado do seu  rádio A.M.F.M. vermelho,
Nos observando na gangorra.
Um composto de tons alaranjados e róseos,
mistura do verde com o vermelho e amarelo
Fulguram a Homogeneização hegemônica
                                                [da minha identidade
Miscelânea porcelana humana
O pêndulo de ferro da gangorra subtrai
                                                [as imagens do cinema mudo do inconsciente
__ não me perguntem quem está do outro lado, 
                                                [não saberia dizer
Algumas crianças, rompem o silêncio;
Pulam, escorregam, trepam nos outros brinquedos
Ele mudo
Persiste em se comunicar com aquele
                                                  [seu sorriso idílico de espanhol.
São todos meus contemporâneos
numa manhã ou tarde
Terça? Quinta? Sexta ou Segunda?
Domingo, certeza! 
Os dias eternos existem de Domingo,
Mesmo uma Segunda,
se eterna, torna-se Domingo na Infância.  
Delírio prosaico
Coisa mal resolvida, isso sim 
 Do outro lado o superego castiga:
“Carlos, o tempo passa e você aí;
                                                  [a evolução! A evolução!”
 E o ego me defende na mais perspicaz autodefesa: 
   “Quem está falando de evolução?”


Comentários (1)
30-Jan-2007
 
Da série, clássicos do cinema: Buena Vista Social Club PDF Imprimir E-mail

Buena Vista Social Club

buena-vista-poster01t.jpg (4016 bytes)Emocionante e consagrado documentário dirigido por Wim Wenders (Paris, Texas), mostrando um pouco da vida e obra de grandes músicos cubanos. Recebeu uma indicação ao Oscar de melhor documentário.

seta3.gif (99 bytes) Ficha Técnicaseta3.gif (99 bytes) Elenco
seta3.gif (99 bytes) Sinopseseta3.gif (99 bytes) Críticas
seta3.gif (99 bytes) Pôstersseta3.gif (99 bytes) Imagens
seta3.gif (99 bytes) Premiaçõesseta3.gif (99 bytes) Curiosidades

 Buena Vista Social Club


COMENTÁRIOS
04-Set-2008
 
Justiça do casarão PDF Imprimir E-mail

Por Carlos Biasoli

Novatos na rua, não deixavam passar desapercebido por nós, seus vizinhos, a vossa existência, por uma só noite. Rigorosamente de três a quatro vezes na semana, os gritos tomavam de assombro a nossa pacata vizinhança.

Quando os gritos surgiam, logo pensava: são eles!

O pai era o Sr. Vicentin, português autoritário de família salazarista, já senhor dos seus quarenta e cinco anos de idade, proprietário de um botequim no mercadão central, vivia o seu cotidiano insípido com a barriga encostada no balcão há mais de vinte anos vendendo esfirras e cervejas a preços populares. Esbanjava má educação, reclamava de tudo, do governo e de todos, descontava sua raiva do mundo e das pessoas todos os dias em office-boys, clientes humildes, entregadores, e como último recurso, na sua família.Era um amargor só escutar os mesmos gritos de socorro:

“Para pai, não bate na mãe!”, “eu o arrebento seu gajo estúpido...”.

Tudo era motivo para “eles” levarem uma sova.

Eles? O restante da família: a mulher e duas crianças _uma menina de sete e um menino de doze anos. Vicentin dizia que eles mereciam apanhar quase sempre.

“Pois sim, estou a trabalhar e a trazer o sustento para esta casa; não suporto desrespeito, debaixo do meu teto mando eu, faço o que quero”.

O desrespeito de que Vicentin falava era um som um pouco alto, a televisão em canal “errado” qual não fosse o de sua preferência, ou algum barulho de bola ou correria de criança na hora de seu jornal.

Um dia a mulher ameaçou abandoná-lo e ele, em contrapartida, ameaçou matar  todos.

Os mesmos gritos se repetiam, a ignorância e a violência aumentaram no decorrer das semanas e a essa altura dos fatos era insuportável a conivência com tudo aquilo.

Um dia, não contendo o ímpeto, provocado pelos berros suplicantes da mulher, chamei a polícia.

Acabei salvando a vida dela.

Vicentin foi surpreendido pelos meganhas, enforcando a mulher já roxa e desmaiada em seus punhos, os médicos disseram que mais alguns segundos a asfixia seria fatal.

Depois de exames de corpo de delito em toda família, constataram um corte de dois centímetros provocado por uma cintada no rosto do menino e hematomas por todo corpo da mulher, somente a menina saíra incólume.

Era ver para crer, tanta selvageria por nada.

Vicentin, que já não era primário em agressão _ havia espancado um mendigo que pedia esmola em seu bar, “ele estava a incomodar meus fregueses” _, pegou seis meses de cadeia.  

Enganam-se aqueles que acham que o preso Vicentin mudou sua rotina, ainda desconta sua raiva do mundo todos os dias, só que agora, com o nome de Vicentina bordado na cueca e com a barriga encostada no tanque de lavar roupas, lava as cuecas de seus companheiros de cela, esgotando suas forças com muita violência.

Parece que na cadeia a lei funciona para homem que abusa de mulher e criança.

Acesse a seção de Contos.


COMENTÁRIOS
01-Mai-2008
 
Estréia do André Galvão no MMA PDF Imprimir E-mail

André Galvão vs. Jeremiah Metcalf no Fighting 4 Kidz, Estréia de Galvão no MMA


COMENTÁRIOS
03-Set-2008
 
Vídeo da volta do Couture ao UFC PDF Imprimir E-mail

Vídeo da assinatura da volta do Couture ao UFC, com acerto da luta contra Brock Lesnar.  


COMENTÁRIOS
03-Set-2008
 
Pela glória nacional PDF Imprimir E-mail

Por Carlos Biasoli

José era um sujeito peculiar, nacionalista de carteirinha, só consumia produtos nacionais, quaisquer fossem.
Seu nacionalismo chegava a ponto de ter discos de vinil com discursos gravados de ex-presidentes, Getúlio e Juscelino, entre outros. Sua xenofobia alcançava dimensões doentias. Sapatos, sardinhas, vinhos, o caramba, tudo nacional. Há poucas semanas, numa festa do último carnaval, conheceu Helen, americana nascida em Boston, que podia até ter o defeito de ser americana, como assim pensava José, mas aqueles seios protuberantes_ embora fosse absorta de uma bunda escassa de carne_ eram absurdamente sensuais; ela era o arquétipo da gringa “boazuda”.
Ele não hesitou, era sua chance de vingança, vingar a pátria-mãe contra o chamado imperialismo ianque. Maquiavélico como só são os obstinados, esbanjou cinismo. Faria e fez o possível e o impossível para foder a gringa.

Ler o texto Completo...


COMENTÁRIOS
22-Jan-2007
Ler mais...
 
Da série, clássicos do cinema: Sangue Negro PDF Imprimir E-mail